‘Desperdício do dinheiro dos impostos de todos’ Por: Elizete Delgado

Certa vez Alexandre Garcia estava dirigindo em uma estrada americana, despencou uma chuvarada e não ficou uma só poça d’água na pista. Eu elogiei a empreiteira americana que havia construído a estrada e meu amigo americano, ao lado, sorriu e disse: “A construtora é brasileira”. Estranhei, dizendo que no Brasil não fazem estradas assim. E ele me explicou: “É que aqui se fiscaliza o que se faz com o dinheiro dos nossos impostos”.

O Impostômetro está mostrando que até agora pagamos neste ano em tributos R$ 930 bilhões e que, com esse dinheiro, poderiam ser construídos 3.230 mil postos de saúde equipados.

O que o Tribunal de Contas constatou é que as obras não são fiscalizadas nem protegidas.

É a realidade diferente dos sonhos que atraem votos nas campanhas eleitorais. E a responsabilidade é dos três: União, estado e município. Pela amostragem do Tribunal de Contas da União, essas Unidades de Pronto Atendimento que não ficam prontas, mostram que não haverá pronto atendimento.

Essas obras devem ser acompanhadas antes que cheguem a esse ponto. O cidadão podia ficar de olho e cobrar também.

Em Barra do Corda abras são inauguradas e não funcionam a exemplo da UPA que já completou 90 dias e continua fechada e inacabada.

As estradas construídas e serviços de péssima qualidade estão ai pra todo mundo ver. Será que se tivéssemos a mesma postura dos americanos que FISCALIZAM como estão usando o dinheiro dos nossos impostos as coisas seriam assim?  Nunca vamos mudar nossa realidade se a mudança não partir de cada um de nós.

Nosso RX explodiu por conta de uma “gambiarra”, para não pagar um eletricista a população ficou sem o serviço, ninguém denunciou, o ministério publicou não teve conhecimento, os vereadores não tomaram nenhuma providência e nós como sempre fomos omissos.

“É que aqui não se fiscaliza o que se faz com o dinheiro dos nossos impostos”.

Nós brasileiros não vemos os bens públicos como coisa nossa, não participamos, achamos que nossa responsabilidade termina quando saímos da sala de votação.

Baixamos a cabeça para tudo. Temos medo de encarar nossos políticos e cobrar que cumpram com sua obrigação que é defender e trabalhar para que nossos direitos sejam cumpridos

Vemos obras inacabadas e coisas compradas com os nossos sofridos e suados impostos, que deveriam voltar e nos beneficiar, e ser de excelente qualidade atendendo as nossas reais necessidades, e o que temos? Os mais altos impostos do mundo, corrupção desenfreada e institucionalizada, todo aqui é superfaturado, todo mundo quer tirar vantagem do outro. Nunca vamos deixar de ser um país do terceiro mundo se não mudarmos de atitude e cobrar!

Pense Nisso. 5/8/2015

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