AOS NOSSOS MESTRES COM CARINHO

Mesmo que um pouco tardio, quero render minhas homenagens aos nossos educadores, professores, mestres, tios e tias, tatos nomes para dar um nome aqueles a quem devemos os primeiros ensinamentos.
Nunca esqueci a minha primeira professora, dona Marieta, com ela aprendi as primeiras letras, mesmo sem ainda ter idade para ir a escola, tanto atentei minha avô e a minha avô para se ver livre a dona Marieta que ela me aceitou na turminha de pequenos alunos e eu ainda mais pequena, nunca mais parei de estudar.
Infelizmente poucos se lembram de alguém que exerce uma função social de alta complexidade, lutando pela sobrevivência da cultura e do saber, em condições nem sempre favoráveis – O professor.
O dia do professor em Barra do Corda passou em brancas nuvens. Porque a sociedade esqueceu-se desse dia? Porque não valorizarmos aqueles que nos incentivaram a praticar à leitura, ao interesse pelos números, à curiosidade pelo corpo humano, à investigação pelos fatos, ao encantamento pelas línguas e à descoberta dos espaços habitados e inabitados? Por quê?
È fato que o professor, ao longo do tempo, foi perdendo prestígio e respeito perante a sociedade o que acabou afetando sua posição hoje na sala de aula. Essa situação não deve continuar. É preciso resgatar a imagem do professor e valorizar o seu importante paqpel na escola e na sociedade.
Por outro lado, há professores que, por medo, ignorância ou arrogância, não conseguem ter um bom relacionamento com os alunos e deixa de lado a aprendizagem afetiva, colocando em prática somente a pedagogia tradicional na qual o aluno é visto como uma folha em branco pronta para ser preenchida pelo digníssimo professor.
O professor do século XXI, deve funcionar como um facilitador no acesso a informação. Deve funcionar como um bom amigo que auxilia o sujeito a conhecer o mundo e seus problemas, seus fatos, suas injustiças e suas solidariedades, de forma que o aluno possa caminhar com liberdade de expressão. Em contrapartida, o aluno deve respeitar o espaço escolar e valorizar o professor, sabendo aproveitar a magia do momento, o encantamento do aprender-ensinar-aprender.
Assim deve ser a relação professor – aluno, o aluno precisa aprender a aprender e o professor precisa aprender a reaprender sempre.
Como educadores, devemos utilizar todos os recursos que o século XXI nos proporciona sem esquecer nunca, é claro, é claro, da intenção do efeito deles.
A educação deve sempre ter uma função humanitária e progressista e visar sempre a construção de um cidadão crítico, autônomo e seguro de seu espaço nesta sociedade, a fim de que possa reivindicar os seus direitos com a responsabilidade de seus deveres.
Pense Nisso.
28/10/2015

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