Contra reforma da Previdência, grupo ocupa Ministério da Fazenda de madrugada

Manifestantes ocuparam na madrugada desta quarta-feira (15) o Ministério da Fazenda, em Brasília. Segundo o Movimento Sem Terra (MST), a ação é, entre outros motivos, em protesto contra a reforma da Previdência. Além de sem-terras, o grupo também era constituído por agricultores familiares e sem-teto.

Manifestantes dentro do Ministério da Fazenda, em Brasília, em ato contra a reforma da Previdência (Foto: Frente Brasil Popular/Divulgação)Manifestantes dentro do Ministério da Fazenda, em Brasília, em ato contra a reforma da Previdência (Foto: Frente Brasil Popular/Divulgação)

De acordo com o grupo e a Polícia Militar, havia 2 mil pessoas no ato às 8h50. A corporação informou ainda que vidros do ministério foram quebrados. “Eles danificaram as dependências do ministério, jogando paus e pedras”, afirmou a PM. Casos do tipo de depredação são investigados pela Polícia Federal.

Bandeira dos manifestantes na janela do Ministério da Fazenda (Foto: TV Globo/Reprodução)
Bandeira dos manifestantes na janela do Ministério da Fazenda (Foto: TV Globo/Reprodução)

Propostas

A reforma da Previdência Social enviada ao Congresso Nacional prevê, entre outras propostas, estabelecimento de idade mínima de 65 anos para os contribuintes reivindicarem aposentadorias. Antes de enviar o texto ao Legislativo, o presidente Michel Temer apresentou as ideias a líderes partidários do Congresso.

Além de fixar uma idade mínima para a aposentadoria de homens e mulheres, as novas regras, se aprovadas, irão atingir trabalhadores dos setores público e privado. De acordo com o governo, a única categoria que não será afetada pelas novas normas previdenciárias é a dos militares.

Pelas regras propostas pela gestão Temer, o trabalhador que desejar se aposentar recebendo a aposentadoria integral deverá contribuir por 49 anos.

O governo federal estima que deixará de gastar cerca de R$ 740 bilhões em 10 anos, entre 2018 e 2027, com as mudanças propostas por meio da reforma da Previdência Social. Desse valor total, as mudanças no INSS e nos benefícios por prestação continuada (BPC) representariam uma economia de R$ 678 bilhões e, nos regimes próprios, de cerca de R$ 60 bilhões.

Fonte: Gabriel Luiz, G1 DF

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