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Tribunal popular do júri de Barra do Corda condena acusado de intermediar a morte do Isac da Caçamba – barradocorda.com – Ribamar Guimarães – “o bom maranhense”
Publicado em: 8 de março de 2018 - 21:42

Tribunal popular do júri de Barra do Corda condena acusado de intermediar a morte do Isac da Caçamba

Nesta quarta-feira 07 de março de 2018 aconteceu à sessão do tribunal popular do júri de Barra do Corda que se reuniu para julgar Genalino Arrais que é natural de Presidente Dutra, Mas que morou em Barra do Corda até 26 de agosto de 2005.

Data em que foi assassinado o Senhor Isac Andrade, conhecido como Isac da Caçamba.

Isac da Caçamba trabalhava para a prefeitura como motorista de caçamba, a conhecida caçamba amarela.

Ele foi morto com tiros na cabeça e de emboscada porque se recusou a carregar parte de uma bebida escondida no mato. Uma carga roubada segundo informações que chegaram até nosso portal.

Na época do crime, foi feito um convite a ele e ele recusou devida desconfiança de que o que tinha que transportar, seria mercadoria roubada.

Poucos dias depois, foi morto numa emboscada quando ia pegar areia na caçamba nas Duas Ilhas na propriedade do seu Quincas.

Os policiais militares: Denerval Costa Ferreira e Arão França prenderam na mesma hora o autor dos disparos.

Quando chegou à delegacia o jovem Rafael disse que matou a mando de Genalino para ganhar 500 reais.

Desde então Genalino saiu de Barra do Corda mesmo com mandado de prisão em aberto.

Rafael que efetuou o disparo foi julgado e condenado e até já morreu.

Outro envolvido no crime, Leonardo que é de Barra do Corda foi quem mostrou a Rafael quem era o seu Isac e onde morava, ele também foi preso e condenado.

Então, faltava julgar Genalino que foi acusado de intermediar a morte do Isac da Caçamba e nunca disse a Rafael e Leonardo quem encomendou o crime.

O réu foi preso em fevereiro de 2017 em Presidente Dutra porque se envolveu em acidente de trânsito e ao registrar o B.O a polícia viu que havia um mandado de prisão para ele e o prendeu na hora.

Ele ficou preso até outubro de 2017 e pelo fato de não ter acontecido o júri marcado no ano passado ele foi solto com tornozeleira eletrônica.

Ele compareceu ao júri de ontem, o julgamento foi rápido durou apenas 8 horas.

Não houve réplica.

Ele foi condenado há 16 anos e sete meses em regime fechado.

Mas tem o direito de recorrer em liberdade.

Na defesa atuou doutor Ângelo Rios Calmon de São Luís.

Na acusação o promotor doutor Guaracy Martins

E como assistente de acusação a advogada Elisangela Sousa.

Exibindo 1 comentário
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  1. Bestcustomessay disse:

    Algu´em sabe dizer qual o real interesse do vereador Deley neste assunto? Também lí na Tribuna que o mesmo vereador andou de implicância com as empresas de caçamba. Teriam os dois casos a mesma motivação? best custom essay

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