Termômetros no Maranhão chegam perto dos 40°C, Barra do Corda, com temperaturas entre 37,8°C e 38,9°C.

Em pleno início da estação de seca no Maranhão, os termômetros em algumas cidades do Estado já estão batendo quase a marca dos 40°C. Segundo dados registrados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e levantados pelo G1, o Estado manteve o índice entre duas e até sete cidades na lista de 10 maiores temperaturas registradas em toda região Nordeste nos últimos dias.

Na terça-feira (18), por exemplo, a temperatura mais alta registrada na semana foi em Caxias, no leste do Estado, a 360 km de distância da capital maranhense, São Luís: 39,6°C. sete municípios maranhenses estiveram no ‘top 10’ das maiores temperaturas registradas: Caxias, EstreitoGrajaúBacabal,Barra do CordaImperatriz e Carolina, com temperaturas entre 37,8°C e 38,9°C.

Já nesse sábado (22), duas cidades maranhenses estiveram na lista, mas uma em especial reuniu condições que podem trazer problemas à saúde da população: foi em Alto Parnaíba, no extremo sul do Maranhão, a 875 km da capital. Na cidade, os termômetros chegaram a 38,1°C e a umidade relativa do ar ficou em 18%, o que coloca o município em estado de alerta. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), nessas condições devem-se evitar exercícios físicos ao ar livre, umidificar ambientes, permanecer em locais protegidos do sol, consumir bastante água e até usar soro fisiológico em olhos e narinas se necessário.

El Niño
Se as condições de poucas chuvas e temperaturas altas já colocam algumas regiões do Maranhão em alerta, elas devem ficar mais severas nos próximos meses, por influência do fenômeno conhecido como El Niño. Ele se caracteriza por um aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico na região da linha do Equador, e como resultado uma mudança nos padrões do clima em todo o planeta. “No Maranhão, geralmente o El Niño influencia para que as chuvas fiquem abaixo da média histórica”, como explica a meteorologista do Núcleo Geoambiental (Nugeo) da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Andréa Cerqueira.

O primeiro semestre foi de chuvas abaixo da média histórica (considerado entre o período de 1981 e 2010, pelos registros do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, o CPTEC). No terceiro trimestre de 2015, o Nugeo prevê que elas permaneçam dentro da climatologia para a época, ou seja, poucas chuvas no Maranhão. Essas condições, combinadas aos baixos índices de umidade relativa do ar, são ideais para o aumento do número de queimadas.

Já para 2016, conclui o Nugeo, o cenário é desconhecido.

Fonte: Maurício Araya Do G1 MA

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