Supremo é pressionado e Cármen pede calma

O Jornal O Globo destaca que o Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu dois abaixo-assinados às vésperas do julgamento do habeas corpus preventivo impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O primeiro, com mais de cinco mil assinaturas de integrantes do Judiciário e do Ministério Público, pede a manutenção do atual entendimento e a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

O segundo documento tem cerca de três mil assinaturas, inclusive de advogados de investigados na Lava Jato, e pede a alteração do entendimento. “Juízes se mobilizam para manter prisão em 2ª instância”, informa a manchete do Globo.

Em meio às pressões sofridas pelo STF, a ministra Cármen Lúcia, presidente da Corte, pediu “serenidade para romper o quadro de violência”.

O Estado de S. Paulo ressalta que há protestos marcados para acontecer em todo o país nesta quarta-feira (04), data marcada para o julgamento do habeas corpus de Lula.

Grupos contrários e a favor do ex-presidente devem ir às ruas para pressionar os ministros do STF. “Decisão sobre Lula eleva tensão e Cármen pede ‘serenidade’”, sublinha o título principal do Estadão.

Para fechar acordo de delação premiada com o Ministério Público, o empresário Marcos Andrade Barbosa Silva encaminhou à Procuradoria-Geral da República uma conversa gravada com o presidente afastado do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, Aloysio Neves.

O Globo dá destaque ao assunto na primeira página e revela que, no áudio, Aloysio receberia mesada de R$ 100 mil do ex-governador Sérgio Cabral.

A Folha de S.Paulo apresenta relatório feito pela Instituição Fiscal Independente, do Senado, e mostra que a deterioração de estados e municípios gerou um endividamento da União, que teve que honrar compromissos financeiros desses entes nos últimos dois anos.

Segundo o jornal, cinco estados que possuem notas de crédito baixas detêm 47% do total de garantias oferecidas pela União, totalizando R$ 82,7 bilhões.

O matutino enfatiza que a União teve que pagar cerca de R$ 4 bilhões em empréstimos do estado do Rio de Janeiro. “União é avalista de R$ 82,7 bilhões a estados em crise”, mostra a manchete da Folha.

Fonte: https://g1.globo.com/politica/blog/matheus-leitao

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