Polícia apreende fuzis e cerca de três mil munições no interior do Maranhão

A Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) anunciou a apreensão de um arsenal que, pelas investigações, seria utilizado por um bando criminoso para assaltar uma empresa de transporte de valores, no Maranhão. O armamento foi localizado em um apartamento na região central de Imperatriz, distante 628 km de São Luís.

Foram localizados seis fuzis, 20 carregadores e cerca de três mil munições, além de máscaras, que seriam usadas em ações criminosas.

“Só temos três presas ainda, mas já identifcamos cinco e pode ter outros policials envolvidos. Identificamos pessoas do Maranhão , Pará, Rondônia e São Paulo. De tudo que apreendemos esta semana desta quadrilha acreditamos que chega a R$ 1 milhão, pois cada fuzil custa em me tornod e R$ 50 mil e ainda tiveram outras armas e munições”, disse o superitendente Tiago Bardal.

Fuzis apreendidos pela Seic no interior Maranhão (Foto: Divulgação/Seic)Fuzis apreendidos pela Seic no interior Maranhão (Foto: Divulgação/Seic)

Fuzis apreendidos pela Seic no interior Maranhão (Foto: Divulgação/Seic)

As informações policiais dão conta de que este arsenal era do bando o qual o trio preso, esta semana, em Bela Vista do Maranhão pertence. Entre eles, tem um policial militar. Nesta ação, que envolveu policiais militares e civis, os três foram encontrados em três veículos com mais armas de grosso calibre: quatro fuzis, três pistolas (9mm e ponto 380), uma submetralhadora israelense, um revólver calibre 38, além de munição e rádio comunicador.

“O alvo desta vez era uma base da Prossegur, em Bacabal, distante 246 km de São Luís. Eles tentaram no começo do ano, mas deu certo e iriam tentar novamente agora com esse armamento de guerra”, disse o delegado, que responde pela Seic.

Os presos nesta primeira parte da operação foram identificados como Maílton Pereira Pacheco (policial), Marcos José de Sousa e Heverton Soares de Oliveira, que o líder do grupo criminoso, segundo o delegado Tiago Bardal.

“Ele tem propriedades como fazendas, que seria a forma de lavar o dinheiro arrecadado pela quadrilha. Temnos indícios de três assaltos deles no Pará e um no Maranhão”, concluiu Bardal.

Sob forte esquema de segurança, os três já foram transferidos para São Luís e seguem sendo investigados.

Fonte: G1 Maranhão, São Luís, MA

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