O próximo passo: impeachment de Dilma Rousseff vai ao Senado

Câmara aprovou neste domingo (17) a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Não quer dizer que a petista já está fora do cargo. O processo agora sai das mãos dos 513 deputados federais e vai parar nas de 81 senadores.

O próximo capítulo será uma votação no Senado na qual será necessária maioria mínima para que o processo chegue ao desfecho. Serão necessários 41 senadores, de 81, para que Dilma seja afastada do cargo por 180 dias e para que o julgamento seja instaurado.

Se isso acontecer, virá a final: Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), vai chefiar uma segunda votação no Senado, na qual serão precisos dois terços, ou 54 senadores, para que o impeachment de Dilma seja decidido. A votação, como na Câmara neste domingo, será feita por meio de voto aberto em plenário.

Caso senadores decidam destituir Dilma, o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) assume a presidência, e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a vice-presidência. Se isso acontecer, Dilma será a segunda presidente, entre quatro políticos diferentes, a perder a Presidência da República desde a redemocratização brasileira em 1988.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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