No MA, 83% das casas não têm banheiro ou sanitário de uso exclusivo

O Maranhão tem a segunda menor proporção do país de banheiros ou sanitários de uso exclusivo por domicílio, segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2015 divulgada nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No estado maranhense, 83,6% das residências não possuíam banheiros ou sanitários de uso exclusivo em 2014. O ranking é liderado peloPiauí, com 85,8%. Em terceiro lugar, está oAcre, com 82,7%.

A síntese analisa as condições de vida da população brasileira a partir da comparação de dados coletados entre 2004 e 2014.

Segundo o estudo, em 2014, existiam no Brasil 1,8 milhão de domicílios particulares permanentes sem banheiro ou sanitário de uso exclusivo. Destes, 634 mil estavam em áreas urbanas e 1,2 milhão, em áreas rurais.

Banheiro improvisado em residência na cidade de Codó (MA) (Foto: Reprodução/TV Mirante)
Banheiro improvisado em residência na cidade de Codó (MA) (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Alternativas
De acordo como IBGE, foram encontrados casos de domicílios onde o banheiro é compartilhado por moradores de mais de uma residência, e os que não dispõem nem mesmo de instalações compartilhadas.

Os banheiros compartilhados são mais comum nas áreas urbanas – ocorre com frequência nos domicílios do tipo casa de cômodos ou cortiço. Já nas áreas rurais, a ocorrência de sanitário compartilhado é mais rara, sendo mais frequente que os moradores de domicílios sem banheiros ou sanitários de uso exclusivo recorram a fossas rudimentares não cercadas por paredes ou que não disponham de qualquer tipo de instalação sanitária.

Gráfico mostra proporção de domicílios rurais com acesso a pelo menos três serviços de saneamento básico (Foto: IBGE)
Gráfico de proporção de domicílios rurais com acesso a três serviços de saneamento básico (Foto: IBGE)

Indicadores do Maranhão
O Maranhão também tem a menor taxa de urbanização do Brasil, com 59,2% da população maranhense vivendo em área urbanas, em 2014. O Estado está à frente do Piauí (67,5%) e do Pará (70,1%).

O estudo também mostra que o Estado tem o segundo menor rendimento médio e mediano entre os estados brasileiros – R$ 669,00 e R$ 411,00, respectivamente, atrás apenas do Alagoas, que obteve  R$ 659,00 e R$ 407,00.

É do Maranhão a maior taxa do país de participação de pretos ou pardos na população, de acordo com o IBGE. Os indicadores mostram que 80,6% da população maranhense se declara de raça negra do Estado, que está à frente da Bahia (79,3%) e do Pará (78,6%).

Fonte:  G1 MA

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