MARANHÃO ELEIÇÕES 2018: O PLEITO MAIS DISPUTADO DA HISTÓRIA DO ESTADO

POR FERNANDO ATALLAIA  

EDITOR DE ELEIÇÕES DA AGÊNCIA BALUARTE 
atallaia.baluarte@hotmail.com

A permanência no poder de alguns secretários do Governo do Estado já pré-anunciados candidatos a deputado (estadual e federal)  dependerá do desempenho deles nas urnas de 2018.

 

 

 

 

 

APENAS LEVANTAMENTOS Pré-candidatura de Roseana Sarney segue apoiada por pesquisas desacreditadas do eleitorado; ex-governadora tentará cadeira do Executivo em 2018. 

A briga vai ser boa ou feia. Muitos dos nomes já lançados até aqui –velhos conhecidos que são do eleitorado maranhense- terão de passar por uma geração de novos que se insurge a cada dia rumo a BSB e Alema. Por outro lado, há também aqueles que tentam retorno ao poder como é o caso dos ex-deputados Jota Pinto e Davi Alves Jr que concorrerão a cadeiras na Câmara Federal.

 

 

 

 

O ex-deputado Davi Alves Jr quer voltar a BSB: remando contra o tempo, ele pegará a maior concorrência da história de sua carreira política. 

Já os que hoje detêm mandato, correm contra o tempo a 12 meses daquele que será o pleito mais disputado da história recente da política maranhense. Nomes como Júnior Marreca e Deoclides Macedo nesse particular.

Em São José de Ribamar, terceira maior cidade do estado, um fenômeno obsoleto  acaba de ser percebido em pleno século 21. A arcaica  tática do varejo eleitoreiro, prática ruralista do século 19 que consistia na abertura da porteira pelo prefeito local a políticos sem compromisso com a cidade, foi implantada novamente .  Dezenas de pré-candidatos oportunistas começam cair de paraquedas na cidade balneária contando com a transferência  de votos por Fernando Silva, atual gestor do município, às suas candidaturas.

 

 

 

 

 

 

 

VAREJO ELEITOREIRO Prática ruralista  do século 19 volta a terceira maior cidade do Maranhão; Josimar do Maranhãozinho e Hélio Soares já estiveram por lá. 

No interior do estado, a concorrência tem sido grande e a busca por grupo e adesões vem dando o tom da disputa que segue a preço de ouro. Em 2018, o voto tende a ser valorizado dentro de um ambiente cada vez mais dificultoso àqueles que estavam acostumados a comprá-lo. Embora não tenha havido renovação significativa do quadro de políticos maranhenses, os nomes pasteurizados aparam desgaste junto ao eleitorado das 217 cidades. Por duas razões: nunca cumpriram nos últimos quatro anos nenhum compromisso assumido e deixam claro  único interesse em apenas manter as regalias de suas proles à custa de vantagens e benesses do poder. Exemplo ululante, duas deputadas da Alema com visíveis mandatos opacos, inexpressivos.

 

 

 

 

 

DIFÍCIL REELEIÇÃO Júnior Marreca é um dos seis deputados maranhenses que enfrenta grande desgaste no estado; ele segue não honrando compromissos. 

É dentro dessa conjuntura que o cenário  eleitoral de 2018 se anuncia. Nas majoritárias não será diferente. Até aqui a briga que se trava a partir de levantamentos (pesquisas) que beneficiam este ou aquele candidato ao Governo, não trouxe ao eleitor nada mais que a certeza de que certa temeridade pontua as pré-candidaturas dos cinco postulantes. O eleitorado ainda não conseguiu situar-se ante as muitas linhas de interpretação da realidade do estado já fornecidas.

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