Bolsonaro discutiu ‘narcoditadura de Nicolás Maduro’ com chefe da OEA

WASHINGTON – Cuba e Venezuela foram as pautas da reunião entre o presidente Jair Bolsonaro e o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, nesta terça-feira em Washington. Segundo o deputado federal Eduardo Bolsonaro “a conversa tratou sobre a narcoditadura de Nicolás Maduro” e Cuba.

“Almagro, sempre atento às liberdades individuais, faz duras críticas e denúncias contra o regime venezuelano e cubano”, escreveu Eduardo Bolsonaro, eleito presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, no Twitter.

https://twitter.com/BolsonaroSP/status/1108015012055052288/photo/1

Almagro também comentou a reunião no Twitter. Sem dar outros detalhes sobre o encontro, reiterou seu apoio ao líder da oposição venezuelana Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino em janeiro e foi reconhecido por mais de 50 países. A OEA é um organismo internacional que reúne 35 estados independentes, o Brasil entre eles, e atua como fórum governamental político, jurídico e social.

“Hoje nos encontramos com o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, o chanceler Ernesto Araújo e ministros do Gabinete para promover o processo de redemocratização na Venezuela iniciado pelo presidente Juan Guaidó” .

Em transmissão ao vivo no perfil do filho no Facebook, o presidente afirmou, na segunda-feira, ter  conversado com o comando da CIA sobre lavagem de dinheiro, terrorismo e Venezuela.

— Lá na CIA tivemos contato com a presidente bem como com funcionários do topo. Muita coisa foi conversada (…) a preocupação deles com lavagem de dinheiro, com terrorismo, com a Venezuela e com a questão da geopolítica — disse, antes de acrescentar. — Lá na Venezuela o povo está passando fome, comendo rato, quando acha rato. Lá não tem cachorro nem gato mais. Comeram tudo, por causa do socialismo.

O governo brasileiro tem repetido diversas vezes que não participaria de uma intervenção militar na Venezuela, embora o presidente Jair Bolsonaro tenha citado, em seu primeiro discurso público  nos Estados Unidos,  a “capacidade bélica” dos norte-americanos para “resolver a questão”. Minutos depois, o porta-voz da Presdiência Otávio do Rêgo Barros negou novamente que Brasil vai apoiar uma intervenção militar, e disse que o país seguirá buscando uma solução diplomática e disse que uma ação no país vizinho fere a Carta Magna brasileira.

Em entrevista ao canal Fox News, no fim da noite de segunda-feira, Bolsonaro foi mais cauteloso: disse querer que o país “volte à democracia”, mas lembrou que o Brasil enfrenta “limitações” para agir neste âmbito.

— Trump mencionou todas as possibilidades. Nós não podemos pensar em todas as possibilidades, porque enfrentamos algumas limitações — afirmou o presidente na noite de segunda-feira. — Mas tudo o que for realisticamente  possível, na frente diplomática, por meio de assistência ou ajuda, de modo a ajudar os EUA a superar esta questão, nós faremos.  O país mais interessado em pôr um fim na ditadura narcotraficante de Maduro é o Brasil.

Fonte: O Globo

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