Academia Barra-Cordense de Letras – Lançamento do livro “Acabei Escrevendo”, de Ricardo Milhomem

Que noite memorável a que houve ontem na Academia Barra-Cordense de Letras! A solenidade de lançamento do livro “Acabei Escrevendo”, de Ricardo Milhomem, foi de êxito absoluto. Há tempos não víamos a “Casa” cheia, com pessoas em pé e do lado de fora por falta de lugar, composta em sua maioria de jovens, entre familiares, amigos e professores do novel escritor, e que não mediram esforços em manifestar por palavras de apreço o que sentiam ante tal conquista, numa verdadeira louvação. Vale destacar a presença da “Escola de Literatos”, sociedade literária surgida entre os alunos do curso de Letras da UEMA – BDC, constituída de jovens aspirantes, sendo o próprio Ricardo Milhomem um de seus componentes, e que mostraram incomum interesse pela ABCL através de perguntas relativas ao funcionamento da instituição. Quem sabe daí surja novos escritores, poetas, artistas dos mais variados campos de atuação e que – a exemplo de Ricardo – também “acabem escrevendo”!

Entre os acadêmicos, além do vice-presidente, Dorgival Castro, que na ausência do Dr. Eurico Arruda, presidira o evento, estavam presentes Gael Lobão, que proferiu um sucinto, porém abrangente discurso acerca dos périplos do autor de “Acabei Escrevendo”, Tâmara Pinto, Juraíza Bílio, Assis Soares, que também fez uso de suas rimas, Kissyan Castro, que conduziu o escritor à mesa, Jorge Abreu e a inesperada visita dos poetas Rubem Milhomem e Luciana Martins, sendo que aquele usou da palavra com desenvoltura para dar encerramento às falas que já se alongavam, não fosse a intervenção educada do homenageado da noite, abrindo espaço para uma última alocução, uma de suas professoras que, entre outras coisas, destacou a necessidade de inserção do livro “Acabei Escrevendo” na bibliografia de monografias a serem defendidas.

Não poderíamos deixar de mencionar que no mesmo evento, nas dependências da biblioteca Galeno Edgar Brandes, ocorria a exposição das obras do pintor Newton Alencar, para aquisição e deleite dos presentes que, além do primoroso coquetel, oferecido ao término da sessão, dispunham também de um apetecível “banquete visual”, com as belíssimas pinturas do referido artista, cuja tônica, percebe-se, é a comunhão, a integração tátil do homem com a Natureza e os elementos a ele exteriores, demonstrado, simbolicamente, pela continuação dos dedos; a ausência de rostos demonstra, entre outras coisas, que o homem é um ser lapidável, em construção, e que só se completa através das coisas com as quais interage.

Enfim, a noite foi auspiciosa para ambos os artistas. Que Ricardo, com sua promissora iniciação literária, “acabe escrevendo” outros livros mais… E Newton, que continue a deslumbrar nossos olhos com suas intuitivas obras; que continue a ser o sensível artífice das cores de que são testemunho suas telas, sabendo que, a despeito do alcance ou não do reconhecimento que lhes são devidos, suas obras continuarão falando…

Vejam as Fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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