FGV: alta da inflação em novembro é puxada por alimentos e gasolina

A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) voltou a acelerar no final de novembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), puxada pela alta nos preços do tomate, da batata-inglesa e da gasolina.

O indicador fechou o mês em 1%, acumulando alta de 9,57% no ano, e de 10,39% nos últimos 12 meses. Em outubro, o IPC-S ficara em 0,76%.

Entre os grupos, a maior contribuição para a alta veio dos preços dos alimentos, que subiram em média 1,85% – acima da taxa de 1,58% uma semana antes. Maior influência de alta sobre o IPC-S, o tomate ficou 40,73% mais caro, enquanto a batata-inglesa subiu 40,89%.

Ficaram maiores, ainda, as taxas dos grupos educação (de 0,36% para 0,55%), comunicação (de 0,3% para 0,53%) e habitação (de 0,65% paa 0,66%).

Os preços da gasolina e do etanol – com altas, respectivamente, de 2,67% e 7,96% – também pesaram. Apesar disso, a inflação dos transportes perdeu força, passano de 1,35% para 1,19%.

Também recuaram as taxas dos grupos vestuário (de 0,73% para 0,56%), saúde (de 0,63% para 0,61%) e despesas diversas (de 0,07% para 0,06%).

Fonte: G1, em São Paulo

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